A relação entre alimentação e câncer

A maioria das pessoas já tem a consciência de que algumas doenças, como diabetes e colesterol alto, têm relação direta com a má alimentação. Mas esse fator ainda é pouco assimilado quando se fala em câncer, principalmente o de mama.

Mesmo que seja um tumor intimamente ligado à genética, o câncer de mama sofre, e muita, influência da alimentação. A dieta com características inflamatórias – com excesso de açúcares, farinha refinada, gordura saturada (a de origem animal), ômega 06 (presente em óleos como o de palma, girassol, milho e soja) e com excesso de aditivos químicos, como os agrotóxicos e conservantes de produtos industrializados, interfere na expressão dos genes responsáveis pelo câncer de mama.

Por ainda haver pouca prevenção alimentar por parte dos indivíduos, a tendência natural é que o fator alimentação seja visto, por vezes, como pouco influente para o desenvolvimento do câncer de mama. Chega a ser uma opinião cultural e popular, pois a mudança de hábitos não traz efeitos imediatos para nosso organismo.

É preciso começar o trabalho de educação nutricional desde cedo: com uma dieta mais saudável, podemos estender a prática para aprimorar a alimentação nas escolas, educando e prevenindo nossos filhos. Priorizar a ingestão de fibras e frutas, diminuir o consumo de produtos industrializados e limitar o consumo de carne vermelha é uma decisão capaz de reduzir a incidência de câncer nas gerações futuras.

Publicado em 25 de outubro - blog

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